Os melhores tintos do mundo são os franceses,
californianos e espanhóis. Sua cor escura vem de uma substância chamada enoda nina,
presente na casca da fruta.
O vinho, sem dúvida, originou-se no Oriente, na
região do Cáucaso onde hoje se encontram a Geórgia e a Armênia, cerca de 7 000
anos a.C., espalhando-se depois para a Mesopotâmia, Síria, Palestina e Egito.
Como tantas outras descobertas que o acaso permitiu
ao homem, o vinho
provavelmente foi fruto do esquecimento de algumas uvas em um recipiente,
resultando numa fermentação natural e fazendo com que seu doce líquido se
transformasse em álcool, álcool vínico. E os homens, mesmo sem entender
como tinha surgido, perceberam que isso era bom e passaram a bebê-lo.
À medida que a
inteligência do homem se desenvolve, ele começa a perceber a existência de
fenômenos sobre os quais não tem controle e, sem saber explicá-los, atribui sua
ocorrência a entidades superiores, os deuses. Para agradá-los, criam rituais de
celebração, e o vinho segue os passos das diversas religiões que vão se
formando e se transformando no correr da história.
Comércio
dos Vinhos.
A ligação ferroviária Caxias do Sul-Porto Alegre, na
década de 30 (1930), possibilitou o início de um comércio de vinhos, a nível estadual
e federal, ampliando o limitado comércio regional, realizado até então. Mas foi
a Companhia Vinícola Rio Grandense que possibilitou a implantação de vinhas
especializadas em espécies mais finas, como a Cabernet, Franc, Merlot,
Riesling, Itálico e Trebbiano,
cultivadas desde 1931, na famosa Granja União.
No ano que nasceu a Cooperativa Vinícola Garibaldi,
em 1931, surgia uma das marcas que mudaria consideravelmente o mercado e a
concepção de vinhos no Brasil. Elaborado pela Companhia Vinícola Riograndense,
que anos depois seria a principal concorrente da Garibaldi, o rótulo Granja
União foi o primeiro vinho varietal elaborado no país.
Os consumidores europeus têm se mostrado mais
exigentes ao longo dos anos, mais seletivos e preocupados com a qualidade. Há
também grande curiosidade quanto aos vinhos de outras regiões do mundo. Na
América do Sul, Chile e Argentina são os grandes países produtores de vinhos de
qualidade, o que levou todo o mercado do continente a também ser mais exigente.
Em 2005 os maiores produtores mundiais de uvas eram:
França, Itália, Espanha, Estados Unidos, Argentina, China, Austrália, África do
Sul, Alemanha, Chile, Portugal, Roménia, Rússia, Hungria, Áustria e Grécia. Em
2003 os líderes em volume de exportação por quota de mercado mundial eram:
França (22%), Itália (20%), Espanha (17%), Austrália (8%), Chile (6%), Estados
Unidos (5%), Portugal (4%) e Alemanha (4%).
Em 2007, as 13 maiores nações produtoras de uvas
foram: Itália, França, China, Estados Unidos, Espanha, Argentina, Chile, África
do Sul, Austrália, Brasil, Alemanha, Portugal e Grécia.
Apesar de mais e mais regiões no mundo estarem
começando a produzir vinho, o mercado ainda é dominado por 10 países que
produzem praticamente 80% do vinho mundial. O vinho do planeta tem. uma quantidade
suficiente para encher aproximadamente 5.127 piscinas olímpicas. É muito vinho!
Fontes:
https://www.google.com.br/imghp?authuser=1&hl=pt-BR&tab=wi&ei=aL0oVqr6EYaowgTG6JGYDw&ved=0CBMQqi4oAQ
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